segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Passa Parola - 26/01/2015

Bom dia !

São muitos os motivos pelos quais podemos valorizar as pessoas.
As competências profissionais e aptidões, pelo valor afetivo e grau de parentesco, ou ainda pela sua posição social.
Porém, o verdadeiro valor de uma pessoa está no fato de podermos reconhecer nela a presença de Deus.
O próprio Jesus disse que tudo o que fizermos aos irmãos, é feito a ele diretamente.
No dia do nosso encontro final com ele, ouviremos a resposta que elaboramos aqui na terra com a nossa vida: "Tive fome e me deste de comer; tive sede e me deste de beber; estava nu e me vestiste, estava enfermo e me visitaste;..."
Portanto, saibamos distinguir o real valor de cada pessoa neste dia.
Para hoje, dia 26 de Janeiro 2015:

VALORIZAR O OUTRO

Abraços,

Apolonio

domingo, 25 de janeiro de 2015

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Passa Parola - 15/01/2015

Bom dia !
A grande maioria dos desentendimentos surgem a partir de mal-entendidos.
Sempre repito para mim mesmo o que dizia um grande amigo com quem convivi no período que vivi no Congo: "Só conheço duas razões, a minha e a do outro."
Ninguém consegue saber a intenção do outro sem que ele o diga claramente. Uma brincadeira pode ser  interpretada como uma ofensa; um parecer pode parecer uma ironia; uma opinião oposta pode parecer uma afronta; um silêncio pode ser interpretado como indiferença. Tudo suposição, tudo interpretação de algo que pode, na verdade, ser bem diferente.
Precisamos nos ouvir mais. Precisamos acreditar mais nos laços que nos unem do que nas sensações que nos separam.
É necessário não interpretar antes de escutar.
Para hoje, dia 15 de janeiro de 2015:
"ESCLARECER MAL-ENTENDIDOS"
Abraços,
Apolonio

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

"Pedir desculpas"

Bom dia !

Um gesto muito simples, mas que nos custa: pedir desculpas.
Todos nós erramos, cometemos gaffes, ferimos os outros voluntária ou involuntariamente.
Basta um pouco de humildade, para recompor o relacionamento. Basta reconhecer o erro e pedir desculpas.
Muitas vezes até nem entendemos o porque da mágoa, pois a nossa intenção não foi ferir a pessoa, mas se um pedido de desculpas resolve, não hesitemos.
Pedir desculpas com o propósito firme de não cair novamente no mesmo erro.
Pedir desculpas antes de tudo por amor ao outro e não apenas para redimir-se. Pedir desculpas para fazer o outro feliz.
Para hoje, dia 12 de janeiro de 2015:

"PEDIR DESCULPAS"

Abraços,
Apolonio

O que disse o Papa João Paulo II sobre o Movimento dos Focolares...


Na Jornada de Humanidade Nova, em 20 de março de 1983 ele disse (3'30''):

"Muitas vezes, quando estou triste, quando me encontro na tristeza, me vem em mente: focolarinos,  e sinto consolação, uma grande consolação..."

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Encontro das Gen da Casetta - Mariápolis Ginetta

IMPORTANTE!!!

Às Gen de plantão!

Evento mais que esperado: o momento de comemorar o 40º ANIVERSÁRIO DA CASA GEN 2 F DA MARIÁPOLIS GINETTA.
E renovar pessoalmente o Pacto vivido nesta extraordinária experiência!
Imaginem a alegria do reencontro de todas essas Gen 2 , acompanhadas de suas histórias e famílias...
NÃO VEMOS A HORA! 
A VOCÊS QUE NÃO FIZERAM ESSA EXPERIENCIA E AS QUE FIZERAM pedimos que nos ajudem a divulgar este evento pra todas as gen 2 e ex-gen 2(que são sempre gen ), que passaram pela casa gen 2 F, nestes anos , ok?
A data será 31/01/2015 e 01/02/2015(sábado e domingo), com chegada no dia 30/01/2015(sexta-feira).
NINGUÉM PODE FICAR DE FORA DO EVENTO DO ANO!!

Por favor, ajudem a divulgar e me avisem se poderemos nos encontrar lá!

Vale lembrar que as inscrições são individuais e devem ser feitas no site:
http://www.cmginetta.org.br/Inscricoes.aspx

Unidíssima!

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Nossos contatos

Nossos Contatos:

Bruna Vieira -    Tel: 98218.3382 
                        Email: brunajornalista@hotmail.com

Érika Miskolci -  Email: erikamiskolci@gmail.com

Final de Ano com Famílias Novas e a Comunidade Focolares de Caraguatatuba

















Palavra de Vida em Dezembro 2014




Passa Parola

Bom dia !

Aceitar quem é diferente de mim.
É um conceito fácil de ser assimilado, mas na prática, somos muito combativos e às vezes, preconceituosos.
Parto sempre do princípio que, quem tem abertura para aceitar e entender, escutar e valorizar as pessoas que pensam diferente de si, tem um enriquecimento maior do que quem se fecha em seu mundo de idéias e convicções.
Isso vale no campo cultural, profissional, espiritual.
Aliás, no campo espiritual, devemos ter ainda mais atenção e delicadeza, pois o Espírito Santo sopra onde quer.
É importante que estejamos em uma atitude de abertura, mas não de passividade. A nossa convicção devemos demonstrar e testemunhar, antes de tudo com a vida, sendo amor em cada situação.
Para hoje, dia 6 de janeiro de 2015:

"ACOLHER QUEM É DIFERENTE DE NÓS"

Abraços,
Apolonio

domingo, 4 de janeiro de 2015

História do Movimento dos Focolares


Palavra de Vida - Janeiro/2015


pv-chiara«Disse-lhe Jesus: “Dá-me de beber”» (Jo 4, 7).


Deixando a Judeia, Jesus dirige-se para a Galileia, seguindo uma estrada que atravessa a Samaria. Por volta do meio-dia, cansado da viagem, senta-se junto ao poço que o Patriarca Jacob construíra há cerca de 1700 anos. Estava com sede, mas não havia ali nenhum recipiente para tirar água. O poço era muito fundo, com 35 metros de profundidade (como se pode verificar ainda hoje).
Os discípulos tinham ido à aldeia comprar comida e Jesus ficou ali sozinho. Então chegou uma mulher com uma bilha, e Ele, com simplicidade, pede-lhe de beber. É um pedido que vai contra os costumes do tempo: um homem não se dirige diretamente a uma mulher, especialmente se se trata de uma desconhecida. Para além disso, entre Judeus e Samaritanos há divisões e preconceitos religiosos: Jesus é judeu, a mulher é samaritana. As rivalidades e até o ódio entre os dois povos têm raízes profundas, com origens históricas e políticas.
Depois, há entre os dois uma outra barreira, de tipo moral: a samaritana teve vários maridos, e agora vive numa situação irregular. Será talvez por essa razão que ela não vem buscar água na companhia das outras mulheres, de manhã ou ao final da tarde, mas sim a uma hora insólita como esta: ao meio-dia. Provavelmente para evitar comentários.
Jesus não se deixa condicionar por qualquer tipo de barreira e abre o diálogo com esta estranha. Ele quer entrar no seu coração, e por isso pede-lhe: 
“Dá-me de beber” 
Ele tem uma oferta reservada para ela: o tesouro da água viva. «Se alguém tem sede, venha a mim; e quem crê em mim que sacie a sua sede!» – ouvi-lo-emos gritar mais tarde no templo de Jerusalém (7, 37). A água é essencial para qualquer tipo de vida, sendo especialmente preciosa em sítios áridos, como é o caso da Palestina.
Mas a água que Jesus quer dar é uma água “viva”, que simboliza a revelação de um Deus que é Pai e é amor. É o Espírito Santo, a vida divina que Ele veio trazer. Tudo o que Ele nos dá é vivo e serve para a vida: Ele próprio é o pão “vivo” (cf. 6, 51 ss), é a Palavra que dá a vida (cf. 5, 25), é simplesmente a Vida (cf. 11, 25-26). João, que o testemunhou, revela que, quando um dos soldados lhe deu um golpe com a lança, «imediatamente saiu sangue e água» (19, 34): é a oferta extrema e total de si.
Mas Jesus não impõe nada. Nem sequer a recrimina pela sua vida irregular. Ele, que tudo pode dar, pede, porque de facto precisa da dádiva dela: 
“Dá-me de beber” 
Jesus pede de beber, porque está cansado e tem sede. Ele, o Senhor da vida, faz-se passar por indigente, sem esconder a sua verdadeira humanidade. Aliás, Ele suplica, porque sabe que, se aquela mulher der qualquer coisa, mais facilmente, estará pronta a receber.
Com este pedido, inicia-se um colóquio tecido de argumentos, hesitações, aprofundamentos, findo o qual Jesus lhe pode revelar a sua identidade. O diálogo faz cair as barreiras de defesa, levando à descoberta da verdade: a água que Ele veio trazer.
A mulher deixa ali aquilo que, naquele momento, era o mais importante para ela, a sua bilha, pois acaba de encontrar uma outra riqueza muito mais importante. Então, corre à cidade para levar esta notícia aos seus vizinhos. E também ela não impõe nada. Limita-se a contar o que lhe aconteceu, comunicando a sua experiência. Depois, ela mesma se questiona sobre quem será aquela pessoa que encontrou e que lhe pediu: 
“Dá-me de beber” 
Parece-me que, nesta página evangélica, podemos captar um ensinamento para o diálogo ecuménico, cuja urgência nos é recordada todos os anos, neste mês. A “Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos” deve fazer-nos tomar consciência das divisões escandalosas entre as Igrejas, que perduram desde há tantos anos. Ao mesmo tempo, somos convidados a acelerar os tempos para uma comunhão profunda que ultrapasse todas as barreiras, à semelhança do que fez Jesus ao ultrapassar as fraturas entre Judeus e Samaritanos.
A desunidade entre os cristãos é uma das muitas fraturas que dilaceram a humanidade, nos mais diversos ambientes: mal-entendidos, divisões familiares e entre vizinhos, atritos nos locais de trabalho, rancores em relação aos imigrantes. As barreiras que muitas vezes nos dividem podem ser: sociais, políticas, religiosas, ou simplesmente fruto de hábitos culturais diferentes que não sabemos aceitar. São estas barreiras que originam tanto os conflitos entre as nações e etnias, como as rivalidades no nosso bairro. Não poderíamos abrir-nos aos outros, como fez Jesus, superando todas as diferenças e preconceitos? Porque não atendemos à exigência de compreensão, de ajuda, de atenção, talvez formulada de modos diferentes? Em todos os seres humanos, mesmo naqueles que podem ser nossos adversários, ou que pertencem a culturas, religiões ou sociedades desconhecidas, esconde-se um Jesus que se dirige a nós, suplicando-nos:  
“Dá-me de beber” 
É espontâneo lembrarmo-nos logo de uma outra palavra de Jesus, pronunciada na cruz (também esta testemunhada pelo Evangelho de João): «Tenho sede» (19, 28). É a indigência primordial, expressão de qualquer outra indigência. Em qualquer pessoa necessitada, desempregada, sozinha, estrangeira, mesmo que seja doutra fé ou convicção religiosa, mesmo que nos seja hostil, podemos reconhecer Jesus que nos diz: “Tenho sede”, e que nos pede: “Dá-me de beber”. Basta oferecer um copo de água – diz o Evangelho – para termos a recompensa (cf. Mt 10, 42), para estabelecer o diálogo que recompõe a fraternidade.
Também nós, pelo que nos diz respeito, podemos exprimir as nossas necessidades, sem nos envergonharmos de “termos sede” e pedirmos também: “Dá-me de beber”. Assim pode-se iniciar um diálogo sincero e uma comunhão concreta, sem termos medo das diferenças, nem de corrermos o risco de comunicar o nosso pensamento e aceitar o do outro. Devemos apoiar-nos principalmente sobre as capacidades de quem está diante de nós, sobre os seus valores presentes, mesmo se escondidos, como fez Jesus que soube descobrir na samaritana uma coisa que ela podia fazer e ele não, isto é, tirar água. 
Fabio Ciardi

Fonte: http://focolares.org.pt/palavra/texto/1544-janeiro-2015 Acesso em 04/01/2015